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22 de julho de 2026

Adrián Russo mostra os avanços de RISCO

Adrián Russo, arquitecto de Monoblock, percorre a obra de RISCO e analisa como o projecto começa a tomar forma em escala real.

Adrián Russo mostra os avanços de RISCO

Adrián Russo, arquitecto de Monoblock —estudo a cargo do desenho de RISCO— visitou recentemente a obra e compartilhou uma leitura direta sobre o estado de avanço do projecto e como as decisões de desenho começam a tomar forma em escala real.

Nesta etapa, o projecto deixa de ser uma representação para converter-se em experiência construída. E nessa transição, a mirada do arquitecto em obra é chave: permite entender que se sustenta, que se ajusta e como começa a aparecer a identidade do conjunto.

A seguir, compartilhamos alguns dos pontos mais relevantes que surgem de sua visita.

1. A obra como momento para valer do projecto Um dos eixos que propõe Adrián é como a obra funciona como o momento onde o projecto se “verifica”. O que em planos é ideia, em obra se volta decisão concreta. E nesse bilhete aparece tanto a confirmação como o ajuste fino do projectado.

2. A escala começa a ler no espaço real Em seu percurso, destaca como a escala do projecto muda quando se habita a obra em construção. As proporções, os vazios e as relações entre volumes começam a ser percebidas de forma física, o que permite entender o impacto real do desenho para além da representação.

3. Materialidad e atmosfera em processo Outro ponto finque é como os materiais começam a construir atmosfera inclusive dantes de que o projecto esteja terminado. Não só como terminação, sina como estrutura de carácter. Nesta etapa, o projecto começa a mostrar sua identidade através de texturas, sombras e relações de luz.

4. A importância dos espaços intermediários Adrián põe especial foco nos espaços de transição: ombreiras, circulações, relações entre interior e exterior. Em RISCO, esses espaços não são residuais, sina parte central da experiência do projecto, e em obra começam a tomar um papel mais claro.

5. O projecto como sistema em evolução Uma das ideias mais interessantes de sua visita é que o projecto não se entende como algo fechado. A obra não só executa, também ajusta. E nesse processo, o desenho volta-se um sistema vivo que segue afinándose a partir da realidade construtiva.

6. A identidade começa a aparecer Finalmente, Adrián assinala algo chave: RISCO começa a ter presença própria. Para além do avanço de obra, o que aparece é uma identidade reconocible, onde as decisões de desenho começam a consolidar um carácter claro do projecto.

A visita de Adrián Russo permite ler este momento de RISCO com outra profundidade: a etapa onde o projecto deixa de ser ideia para começar a ser lugar.

Obrigado, Adrián e equipa de Monoblock, por sua contribua a este grande projecto!